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E se o comercial do Super Bowl de lançamento do Macintosh fosse hoje?

Qualquer empresa hoje em dia tem acesso a uma infinidade de canais de comunicação para fazer negócio. Mas será que sabem como fazê-lo?

E se o comercial do Super Bowl de lançamento do Macintosh fosse hoje?

Qualquer empresa hoje em dia tem acesso a uma infinidade de canais de comunicação para fazer negócio. Mas será que sabem como fazê-lo?

Em 1984, a empresa Apple entrou para a história com o comercial de lançamento do Macintosh no intervalo do Superbowl XVIII. A peça publicitária fazia uma referência ao livro “1984” de George Orwell, onde a sociedade era governada por um sistema totalitário (Big Brother) que privava a individualidade de todos os cidadãos.

O comercial foi dirigido por Ridley Scott (na época, ele era o mesmo diretor de Blade Runner, o Caçador de Andróides) e provocava os espectadores mostrando que o Macintosh seria o instrumento que possibilitaria o indivíduo a romper todas as barreiras, tornando-o verdadeiramente livre.

O comercial só passou uma única vez na TV, e foi um marco para a história da publicidade e fez da Apple a marca que conhecemos hoje. A Apple tentava superar o grande ‘player‘ do mercado de tecnologia provocando a concorrente IBM, referida como o ‘Big Brother‘ no comercial.

Agora vamos trazer essa situação para o contexto atual

Hoje qualquer marca tem acesso a uma infinidade de canais de comunicação onde estão os consumidores. É possível publicar textos, imagens, slides, áudios e vídeos impactando, engajando e vendendo qualquer produto ou serviço para o consumidor.

Diferente de 1984 onde a TV imperava como via de comunicação em massa, hoje todos os palcos são pulverizados e mais do que nunca, cada marca precisa entender que é preciso marcar presença onde o seu público está.

Mas a questão é que não basta estar, mas sim, saber como estar presente na mente do consumidor.

Imaginem então se o comercial do Macintosh passasse hoje em dia. Será que ele impactaria da forma como foi em 1984? 

Com certeza não, pois ele foi criado pensando para aquele cenário da sua época. 

Hoje é preciso pensar no microcosmo de cada rede social. Todos os canais possuem um tipo de voz, comportamento e replicar fórmulas mágicas sem contextualizar ou engajar é fazer com que a sua marca seja apenas mais uma na ‘timeline’.

E aí, preparado para jogar o martelo no monitor ou vai ficar sentado assistindo o Big Brother dizendo com a sua empresa precisa atuar?

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