Cristiano Santos

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Se você não acompanha a NFL, a Liga de futebol Americana, provavelmente nunca ouviu falar em Colin Kaepernick (eu mesmo também não o conhecia até essa semana), mas provavelmente você viu o seu rosto que ilustra esse artigo pipocando toda hora na ‘timeline‘ da sua rede social favorita.

Ele foi um jogador do popular time San Francisco 49ers atuando como quarterback. Sim, FOI. No passado mesmo!

Desde 2016 ele iniciou um série de protestos contra a violência policial contra jovens negros ajoelhando-se em campo durante a execução do hino nacional que sempre acontece antes das partidas da NFL. Por conta desse posicionamento, Colin conseguiu inúmeros desafetos, dentre eles, o presidente Trump e desde então o atleta está sem contrato.

E foi exatamente esse atleta que a marca Nike chamou para se posicionar na sua mais recente campanha publicitária intitulada “Believe in something, even if it means sacrificing everything” (“Acredite em algo. Mesmo que isso signifique sacrificar tudo” em português).

A repercussão foi imediata, e parte do público apoiou a marca enaltecendo o seu posicionamento, ao mesmo tempo que outra parte criticou a campanha iniciando um boicote aos produtos. O mercado também reagiu e as ações da Nike caíram 3,16%, principalmente por conta das menções com a hashtag #NikeBoycott onde pessoas rasgavam e queimavam os produtos.

Então ontem (05 de setembro de 2018) a Nike lança o vídeo Dream Crazy endossando o seu posicionamento. O vídeo mostra vários atletas negros que superaram o racismo e eram considerados loucos por acharem que podiam mudar o ‘status quo‘ acreditando nos seus sonhos, ainda que parecessem inalcançáveis, ou, loucos, como a própria campanha diz.

Reproduzir vídeo

Que lição podemos tirar dessa ação?

Que a campanha é fielmente alinhada com o propósito da empresa. Acredite em algo. Mesmo que isso signifique sacrificar tudo. A Nike se arrisca ao se posicionar a favor dos protestos do Colin Kaepernick, Serena Williams, LeBron James, Odell Beckham Jr. e Shaquem Griffin. E o vídeo é a confirmação desse propósito! 

E a sua empresa? Arriscaria a sua reputação em favor de um propósito, de uma causa? Conte pra gente nos comentários!

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