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Cristiano Santos

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar… os que não se fazem amar e os inumanos!

Esse é um trecho do filme “O Último Ditador” (The Great Dictator – 1940) de Charles Chaplin, o primeiro em que ouvimos a sua voz. Até então ele havia feito dezenas de filmes mudos, e resistiu durante muito tempo em aderir ao cinema com som, mas quando o fez, produziu essa obra-prima!

A voz ajudou a transmitir um conceito de reflexão proposta pelo personagem de Chaplin, mas também pode ser a expressão de uma marca, produto ou empresa.

Como o seu público percebe a voz da sua marca?

Será que ele acha que a vida dele fica melhor com as informações que a sua marca passa? Ou quem sabe a percepção é que a sua marca é divertida, engajada ou relevante? Claro que nem sempre o público consegue perceber corretamente a sua voz.

Mas nesse caso, é preciso então voltar para o lápis e papel e começar o planejamento novamente.

Um ótimo exercício é assistir o vídeo do músico Dave Grohl para o evento SXSW de 2013. Ele discursou sobre o seu processo de descoberta da sua própria voz quando mais jovem, que gerou a sua expressão como baterista da banda Nirvana nos anos 90 e depois na banda do Foo Fighters.

Vale o exercício!

Depois de assisti-lo, volte aqui e comente como você acha que é a voz da sua marca.

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