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“O marketing não é uma batalha de produtos, é uma batalha de percepções.”

Estar na mente de uma pessoa como algo quase abstrato mas que toque profundamente os desejos do indivíduo. Essa é a meta!

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“O marketing não é uma batalha de produtos, é uma batalha de percepções.”

Estar na mente de uma pessoa como algo quase abstrato mas que toque profundamente os desejos do indivíduo. Essa é a meta!

É bem comum vermos por aí expressões como “Ah, isso é só marketing!” ou “fulano(a) só pensa no seu marketing pessoal“. Há toda uma carga negativa sobre o conceito do marketing atualmente.

A verdadeira importância do marketing é atingir profundamente o indivíduo. Ainda que essa conexão gere negócio para a marca, ainda sim, o ponto chave são os sentimentos dessa pessoa. Tanto que há uma corrente de novas abordagens cada vez mais humanizadas dessa relação, onde o retorno do público retroalimentam as marcas para melhorarem, se adaptarem ainda mais, evoluindo essa relação.

É como um casamento mesmo.

A famosa D.R. pode ser vista nas redes sociais como um comentário sobre como uma determinada marca não é mais a mesma de antes. A empresa que tem o entendimento da importância do marketing nessa relação evolui, muda, cresce e faz o público entender que ela está disposta a se adaptar.

Quantas vezes a sua empresa esteve disposta a fazer isso através das ações de marketing? Quanto uma reclamação nas redes sociais mudaram realmente os processo internos da sua empresa?

Essa é a meta!
Pense nisso!

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